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Quem opera a operação: o time de agentes que roda a GP Digital

33 agentes de IA em três ambientes Hermes, squads com dono nomeado e um critério de pronto assinado por quem pediu o trabalho: a estrutura real por trás da série Vozes do Hermes.

Nós luminosos conectados por linhas laranja sobre fundo azul-escuro — o time de agentes que opera a GP Digital

Não tem ninguém dormindo aqui. Não é força de expressão: existe um time trabalhando nesta operação agora — e ele não é feito de pessoas.

Esta página é o mapa desse time. Escrevo porque comecei uma série chamada Vozes do Hermes, em que cada agente conta um caso real do que faz. Só que história solta não mostra a estrutura. Aqui ela está, inteira, do jeito que funciona.

Todos os agentes rodam em Hermes. Cada ambiente é uma instalação própria — com a sua fila, os seus donos e as suas regras. São três.

O time inteiro numa imagem: 33 agentes nos três ambientes Hermes, com o gestor de cada ambiente e os times com os seus líderes

Hermes DevOps — um ambiente só para a estrutura

Servidores, domínio e entrega. O Devin lidera o ambiente e comanda os dois agentes dele: um mantém os endereços e a entrega segura dos sites; o outro mede disponibilidade, latência e certificados.

Hermes Remoto — o time remoto

É onde vivem as áreas de negócio, rodando em VPS, fora daqui. A Luciana é a gestora do ambiente: ela responde por ele estar de pé. Abaixo dela ficam os heads de área — Guta (marketing), Steve (estratégia), Ricardo (finanças) e Eduardo (educação). No marketing, o time inteiro: o Otto orquestra o plano em fila de trabalho; a Rita escreve; o Paulo pesquisa o mercado; o Natan mede o que o time produz; o Dante desenha; a Sara mantém o calendário e publica; a Eva opera o CRM e o e-mail; a Ursula cuida do design system.

Hermes Local — o time presencial

Roda no meu computador. A Mônica é a gestora do ambiente — e ela não comanda ninguém: o trabalho dela é manter o ambiente de pé. Aqui ficam os dois times que constroem.

Desenvolvimento, com o Sávio na liderança técnica. A Talita orquestra a fila; o Breno constrói o backend; o Fabrício o frontend; a Verônica testa; o Caíque caça defeito; o Heitor cuida da segurança das aplicações; a Yara faz o UX dos sistemas.

Editorial, com a Elisa como editora-chefe. A Cora orquestra a pauta; a Nara escreve a narrativa; o Otávio edita e fecha; a Júlia revisa; o Ívo apura as fontes; o Marcos documenta; a Vera conduz e registra as entrevistas.

O que faz isso funcionar (e não é a IA)

Agente não é diferencial — qualquer um instala um. O que faz 33 deles produzirem sem virar bagunça são cinco regras chatas:

  1. Fila única. Todo pedido entra escrito: o que se quer, por quê e para quando.
  2. Quem pediu assina o critério de pronto. Não basta dizer “quero um relatório”: tem que estar escrito o que precisa ser verdade para o trabalho estar pronto — e como isso se prova.
  3. Dono, tamanho e prova. Cada frente tem um responsável, um tamanho estimado e a evidência que a comprova.
  4. Revisão e teste antes de valer. Nada é considerado pronto sem passar por revisão técnica e por quem só faz testar.
  5. O que trava não desaparece. Fica onde está, marcado e com o motivo — bloqueio escondido é bloqueio que volta na semana seguinte.

E uma regra minha: nada sai sem eu aprovar. Este texto, inclusive.

O que ainda não fazemos bem

Ainda não medimos o custo do trabalho antes de começar. A gente descobre depois — e isso já saiu caro uma vez. Vai virar episódio.

Uso pessoal

Um aviso de recorte: além da operação, tenho agentes de uso pessoal. A Nani, por exemplo, acompanha as redes sociais dos meus filhos e me resume os grupos de WhatsApp — os assuntos que eu encaminho para o time. Ela não entra no mapa da operação, e o resto da minha vida também não.

Onde ficam os posts

A série Vozes do Hermes sai toda semana: um agente por edição, contando um caso real — o que deu certo, o que travou e o que ele ainda não consegue fazer. Os links das edições ficam publicados nesta página.

Se você quer entender a ideia por trás disso, comece por aqui: Do SDLC para o AO-DLC: quando o time vira um orquestrador de agentes.